SOU DO CEARÁ


"Eu sou de uma terra que o povo padece
Mas não esmorece e procura vencer.
Da terra querida, que a linda cabocla
De riso na boca zomba no sofrer
Não nego meu sangue, não nego meu nome
Olho para a fome , pergunto o que há ?
Eu sou brasileiro, filho do Nordeste,
Sou cabra da Peste, sou do Ceará."

Patativa do Assaré

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

PARABÉNS, PROFESSOR !!!








PARABÉNS, PROFESSOR !!!

Oração do Professor (I)

Obrigado, Senhor, por atribuir-me a missão de ensinar
e por fazer de mim um professor no mundo da educação.


Eu te agradeço pelo compromisso de formar tantas pessoas e te ofereço todos os meus dons.


São grandes os desafios de cada dia, mas é gratificante ver os objetivos alcançados, na graça de servir, colaborar e ampliar os horizontes do conhecimento.


Quero celebrar as minhas conquistas exaltando também
o sofrimento que me fez crescer e evoluir.


Quero renovar cada dia a coragem de sempre recomeçar.


Senhor!
Inspira-me na minha vocação de mestre e comunicador para melhor poder servir.


Abençoa todos os que se empenham neste trabalho iluminando-lhes o caminho .


Obrigado, meu Deus,
pelo dom da vida e por fazer de mim um educador hoje e sempre.

Amém!

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Oração do Professor (II)

Dai-me, Senhor, o dom de ensinar,
Dai-me esta graça que vem do amor.


Mas, antes do ensinar, Senhor,
Dai-me o dom de aprender.


Aprender a ensinar
Aprender o amor de ensinar.


Que o meu ensinar seja simples,
humano e alegre, como o amor.
De aprender sempre.


Que eu persevere mais no aprender do que no ensinar.
Que minha sabedoria ilumine e não apenas brilhe
Que o meu saber não domine ninguém, mas leve à verdade.


Que meus conhecimentos não produzam orgulho,
Mas cresçam e se abasteçam da humildade.


Que minhas palavras não firam e nem sejam dissimuladas,
Mas animem as faces de quem procura a luz.


Que a minha voz nunca assuste,
Mas seja a pregação da esperança.


Que eu aprenda que quem não me entende
Precisa ainda mais de mim,
E que nunca lhe destine a presunção de ser melhor.


Dai-me, Senhor, também a sabedoria do desaprender,
Para que eu possa trazer o novo, a esperança,
E não ser um perpetuador das desilusões.


Dai-me, Senhor, a sabedoria do aprender
Deixai-me ensinar para distribuir a sabedoria do amor.

Voltar para a página especial do Dia dos Professores do Portal da Família


Autor: Antonio Pedro Schlindwein

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

MEDALHA BOTICÁRIO FERREIRA



Medalha

O bibliófilo José Augusto Bezerra deve receber, dia 22, da Câmara Municipal, a Medalha Boticário Ferreira, pelos relevantes serviços prestados à cultura cearense



JOSÉ AUGUSTO BEZERRA


Síntese Biográfica


José Augusto Bezerra nasceu no dia 12 de junho de 1948 em Fortaleza, ceará. Filho de Américo Bezerra Cunha e Maria Joviana Bezerra, José Augusto é Bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Ceará (UFC) – turma de 1975.

José Augusto Bezerra é escritor, empresário, bibliófilo e ocupou ao longo de sua vida, diversos e importantes cargos dentre os quais alguns e também algumas de sua formações serão citados: Ex-Professor colaborador da Universidade Estadual do Ceará (1977); Palestrante da ADESG, do ELOS Clube, do Rotary Internacional e em outras Instituições; Na sua trajetória atingiu seu clímax, quando chegou a ser Governador do D. 4490 no período de 1993 – 1994 de Rotary Internacional; Ex-Diretor da Revista Brasil-Rotário; Gerente Regional da Multinacional Philips de 1993 a 1998; Ex-Presidente do Colégio de Grão-Mestre da Conferência Maçônica do Brasil; Presidente da Academia Maçônica de Letras do Estado do Ceará; Medalha Lima Soares outorgada pelo Rotary Fortaleza-Sul; Sócio Efetivo do Instituto do Ceará; entre outras importantes funções e cargos que ocupou.

José Augusto é muito prestigiado e conhecido não só pela sua grande habilidade para com o mundo dos negócios, mas também pelo gosto que tem pelos livros.

É colecionador de renome também chamado de Bibliófilo e possui um dos maiores acervos de livros particulares do Brasil, estima-se que são mais de 20 mil livros.

José Augusto Bezerra é o Presidente da Associação Brasileira de Bibliófilos. Como escritor, é autor do livro O Espírito do Sucesso – Romance épico, baseado na vida de Alexandre “O Grande”. Livro este, que foi muito bem recebido pelos críticos e trouxe bastante contribuição como um grande trabalho realizado. Logo é impossível não reconhecer a pessoa de José Augusto Bezerra como um dos grandes e importantes intelectuais da atualidade cearense.

FONTE: www.institutodoceara.org.br/membros/JoseAugus...

terça-feira, 13 de outubro de 2009

BARROS ALVES PESQUISANDO A LITERATURA CEARENSE




" Divulga aí pro pessoal que eu estou fazendo um livro sobre literatura cearense desta década.
Preciso de livros, revistas e jornais literários, informações sobre movimentos que atuam aqui em Fortaleza e no interior."

MANDAR MATERIAL PARA O SEGUINTE ENDEREÇO:

Rua Osvaldo Cruz, 2481
Bairro Dionísio Torres
Fortaleza - Ceará
CEP: 60125-150
( 85 )3277.2667/ ( 85)99983882

Abraços,

Barros Alves

FALA INTERNAUTA !!!!



MARCIANNU DISSE:


Marciannu:
Auriberto parabéns pelo Blog
tava vendo agora e está muito bom mesmo
:D

PARA REFLETIR

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

SENHORA DE APARECIDA, NOSSA PADROEIRA



CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA
CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA



História

" Há duas fontes sobre o achado da imagem, que se encontram no Arquivo da Cúria Metropolitana de Aparecida (anterior a 1743) e no Arquivo Romano da Companhia de Jesus, em Roma. A história foi primeiramente registrada pelo Padre José Alves Vilela em 1743 e pelo Padre João de Morais e Aguiar em 1757, registro que se encontra no Primeiro Livro de Tombo da Paróquia de Santo Antônio de Guaratinguetá.

A Pescaria Milagrosa

A sua história tem o seu início em meados de 1717, quando chegou a Guaratinguetá a notícia de que o conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, governador da então Capitania de São Paulo e Minas de Ouro, iria passar pela povoação a caminho de Vila Rica (atual cidade de Ouro Preto), em Minas Gerais.

Desejosos de obsequiá-lo com o melhor pescado que obtivessem, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves lançaram as suas redes no rio Paraíba do Sul. Depois de muitas tentativas infrutíferas, descendo o curso do rio chegaram a Porto Itaguaçu, a 12 de outubro. Já sem esperança, João Alves lançou a sua rede nas águas e apanhou o corpo de uma imagem de Nossa Senhora da Conceição sem a cabeça. Em nova tentativa apanhou a cabeça da imagem. Envolveram o achado em um lenço. Daí em diante, os peixes chegaram em abundância para os três humildes pescadores.

Início da Devoção

Durante quinze anos a imagem permaneceu na residência de Filipe Pedroso, onde as pessoas da vizinhança se reuniam para orar. A devoção foi crescendo entre o povo da região e muitas graças foram alcançadas por aqueles que oravam diante da imagem. A fama dos poderes extraordinários de Nossa Senhora foi se espalhando pelas regiões do Brasil. Diversas vezes as pessoas que à noite faziam diante dela as suas orações, viam luzes de repente apagadas e depois de um pouco reacendidas sem nenhuma intervenção humana. Logo, já não eram somente os pescadores os que vinham rezar diante da imagem, mas também muitas outras pessoas das vizinhanças. A família construiu um oratório no Porto de Itaguaçu, que logo se mostrou pequeno.

A primeira Capela

Por volta de 1734, o vigário de Guaratinguetá construiu uma capela no alto do morro dos Coqueiros, aberta à visitação pública em 26 de julho de 1745.

Visita de Dom Pedro I

Em 20 de abril de 1822, em viagem pelo Vale do Paraíba, Dom Pedro I e sua comitiva visitaram a capela e a imagem.

Primeira Igreja (Basílica Velha)
Em 1834 foi iniciada a construção de uma igreja maior (a atual Basílica Velha) para acomodar e receber os fiéis que aumentavam significadamente, sendo solenemente inaugurada e benzida em 8 de dezembro de 1888.

Coroa de Ouro e o Manto Azul

Em 6 de novembro de 1888, a princesa Isabel visitou pela segunda vez a basílica e ofertou à santa, em pagamento de uma promessa (feita em sua primeira visita, em 08 de dezembro de 1868), uma coroa de ouro cravejada de diamantes e rubis, juntamente com um manto azul, ricamente adornado.

Chegada dos Missionários Redentoristas

Em 28 de outubro de 1894, chegou a Aparecida um grupo de padres e irmãos da Congregação dos Missionários Redentoristas, para trabalhar no atendimento aos romeiros que acorriam aos pés da imagem para rezar com a Senhora "Aparecida" das águas.

Coroação da Imagem

A coroa doada pela Princesa Isabel.A 8 de setembro de 1904, a imagem foi coroada com a riquíssima coroa doada pela Princesa Isabel e portando o manto anil, bordado em ouro e pedrarias, símbolos de sua realeza e patrono. A celebração solene foi dirigida por D. José Camargo Barros, com a presença do Núncio Apostólico, muitos bispos, o Presidente da República e numeroso povo. Depois da coroação o Santo Padre concedeu ao santuário de Aparecida mais outros favores: Ofício e missa própria de Nossa Senhora Aparecida, e indulgências para os romeiros que vêm em peregrinação ao Santuário.

Instalação da Basílica

No dia 29 de Abril de 1908, a igreja recebeu o título de Basílica Menor, sagrada a 5 de setembro de 1909 e recebendo os ossos de são Vicente Mártir, trazidos de Roma com permissão do Papa.

Município de Aparecida - SP

Em 17 de dezembro de 1928, a vila que se formara ao redor da igreja no alto do Morro dos Coqueiros tornou-se Município, vindo a se chamar Aparecida, em homenagem a Nossa Senhora, que fora responsável pela criação da cidade.

A Rainha e Padroeira do Brasil

Em 1929, Nossa Senhora foi proclamada Rainha do Brasil e sua Padroeira Oficial, por determinação do papa Pio XI, sendo coroada. Pela Lei nº 6.802 de 30 de junho de 1.980, foi decretado oficialmente feriado no dia 12 de outubro, dedicando este dia a devoção. Também nesta Lei, a República Federativa do Brasil reconhece oficialmente Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil.

Rosa de Ouro

Em 1967, ao completar-se 250 anos da devoção, o papa Paulo VI ofereceu ao Santuário a “Rosa de Ouro”, reconhecendo a importância da santa devoção.

O maior Santúario Mariano do mundo

Em 4 de julho de 1980 o papa João Paulo II, em sua histórica visita ao Brasil, consagrou a Basílica Nova de Nossa Senhora Aparecida, o maior santuário mariano do mundo, em solene missa celebrada, revigorando a devoção à Santa Maria, Mãe de Deus e sagrando solenemente aquele grandioso monumento construído com o carinho e devoção do povo brasileiro.

Centenário da Coroação

No mês de maio de 2004 o papa João Paulo II concedeu indulgências aos devotos de Nossa Senhora Aparecida, por ocasião das comemorações do centenário da coroação da imagem e proclamação de Nossa Senhora como Padroeira do Brasil. Após um concurso nacional, devotos e autoridades eclesiais elegeram a Coroa do Centenário, que marcaria as festividades do jubileu de coroação realizado naquele ano.

Descrição da imagem

A imagem, tal como se encontra no interior da Catedral.A imagem retirada das águas do rio Paraíba em 1717, é de terracota e mede quarenta centímetros de altura. Em estilo seiscentista, como atestado por diversos especialistas que a analisaram (Dr. Pedro de Oliveira Ribeiro Neto, os monges beneditinos do Mosteiro de São Salvador, na Bahia, Dom Clemente da Silva-Nigra e Dom Paulo Lachenmayer), acredita-se que originalmente apresentaria uma policromia, como era costume à época, embora não haja documentação que o comprove. A argila utilizada para a confecção da imagem é oriunda da região de Santana do Parnaíba, na Grande São Paulo. Quando foi recolhida pelos pescadores, o corpo estava separado da cabeça e, muito provavelmente, sem a policromia original, devido ao período em que esteve submersa nas águas do rio.

A cor de canela com que se apresenta hoje deve-se à exposição secular à fuligem produzida pelas chamas das velas, lamparinas e candeeiros, acesas pelos seus devotos.

Em 1978, após sofrer um atentado que a reduziu a quase duzentos fragmentos, foi encaminhada ao Prof. Pietro Maria Bardi (à época diretor do Museu de Arte de São Paulo (MASP), que a examinou, juntamente com o dr. João Marinho, colecionador de imagens sacras brasileiras. Foi então totalmente restaurada, no MASP, pelas mãos da artista plástica Maria Helena Chartuni.

Embora não seja possível determinar o autor ou a data da confecção da imagem, através de estudos comparativos concluiu-se que ela pode ser atribuída a um discípulo do monge beneditino frei Agostinho da Piedade, ou, segundo Silva-Nigra e Lachenmayer, a um do seu irmão de Ordem, frei Agostinho de Jesus. Apontam para esses mestres as seguintes características:

forma sorridente dos lábios;
queixo encastoado, tendo, ao centro, uma covinha;
penteado e flores nos cabelos em relevo;
broche de três pérolas na testa; e
porte corporal empinado para trás.
Primeiros Milagres


Milagre das Velas


Estando a noite serena, repentinamente as duas velas que iluminavam a Santa se apagaram. Houve espanto entre os devotos, e Silvana da Rocha, querendo acendê-las novamente, nem tentou, pois elas acenderam por si mesmas. Este foi o primeiro milagre conhecido de Nossa Senhora, ocorrido mais provavelmente em 1733.

Caem as Correntes
Em meados de 1850, um escravo chamado Zacarias, preso por grossas correntes, ao passar pela igreja onde se encontrava a imagem, pede ao feitor permissão para rezar. Recebendo autorização, o escravo se ajoelha diante de Nossa Senhora Aparecida e reza fervorosamente. Durante a oração, as correntes, milagrosamente, soltam-se de seus pulsos deixando Zacarias livre.

Cavaleiro e a Marca da Ferradura
Um cavaleiro de Cuiabá, passando por Aparecida, ao se dirigir para Minas Gerais, viu a fé dos romeiros e começou a zombar, dizendo, que aquela fé era uma bobagem. Quis provar o que dizia, entrando a cavalo na igreja. Logo na escadaria, a pata de seu cavalo se prendeu na pedra da escada da igreja (Basílica Velha), vindo a derrubar o cavaleiro de seu cavalo, após o fato, a marca da ferradura ficou cravada da pedra. O cavaleiro arrependido, pediu perdão e se tornou devoto.

A menina cega
Mãe e filha caminhavam às margens do Rio Paraíba do Sul, quando surpreendentemente a filha cega de nascença comenta surpresa com a mãe : "Mãe como é linda esta igreja" Basílica Velha. Daquele momento em diante, a menina começa a enxergar.
O Menino no Rio
O pai e o filho foram pescar. Durante a pescaria, a correnteza estava muito forte e por um descuido o menino caiu no rio. O menino não sabia nadar, a correnteza o arrastava cada vez mais rápido e o pai desesperado pediu a Nossa Senhora Aparecida para salvar o menino. De repente o corpo do menino parou de ser arrastado, enquanto a forte correnteza continuava, e o pai salvou o menino.
O Homem e a Onça
Um homem estava voltando para sua casa, quando de repente ele se deparou com uma enorme onça. Ele se viu encurralado e a onça estava prestes a atacar, então o homem pediu desesperado a Nossa Senhora Aparecida por sua vida, e a onça virou e foi embora."

FONTE:
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O MUNDO É DAS CRIANÇAS


PARA REFLETIR

domingo, 11 de outubro de 2009

MARINA SILVA GANHA PRÊMIO INTERNACIONAL



MARINA SILVA EM SUA RECENTE VISITA A FORTALEZA RECEBE DO POETA AURIBERTO CAVALCANTE
A REVISTA " BADALO " DO GRUPO CHOCALHO
FOTO: JOSÉ VITAL

“A senadora Marina Silva (PV-AC), ex-ministra do Meio Ambiente e provável candidata à Presidência em 2010, recebe neste sábado em Mônaco o prêmio Mudanças Climáticas, oferecido pela Fundação Príncipe Albert 2º de Mônaco. A iniciativa premia pessoas e instituições por atuarem em favor do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável. O prêmio considera ações e iniciativas em três eixos: mudança climática, preservação da biodiversidade e acesso à água, além da luta contra a desertificação.

A senadora vai receber 40 mil euros, além da homenagem com o troféu, que será entregue pelo Príncipe Albert 2º. É o quinto prêmio que a senadora recebe desde 2008, quando deixou o Ministério do Meio Ambiente por discordar de algumas diretrizes da política ambiental do governo.

O mais recente foi em maio deste ano, o Prêmio Sofia 2009, concedido anualmente pela Fundação Sofia a pessoas e organizações que se destacam nas áreas ambientais e de desenvolvimento sustentável.”

(Com Agências)

QUAL A PAZ DE OBAMA ????????

CHARGE CLAYTON ( O POVO )

FOTO: ROMERO GACAD

Paz

Do jornal O Estado de S. Paulo, edição de 08/10/09 ;

" Afeganistão: Obama rejeita redução de tropas"...

" Presidente americano também assegura que missão no país não ficará restrita a operações contra terrorismo.

Atualmente, há 68 mil americanos no país, sendo que 21 foram enviados neste ano. Uma alternativa que ganhou força nos últimos dias seria a de enviar mais soldados, cerca de 10 mil, quantidade inferior à solicitada pelo general Stanley McChrystal, comandante das forças americanas no Afeganistão.

No dia 09/10/09, Barack Obama é anunciado como o novo ganhador do Prêmio Nobel da Paz."
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Obama recebeu o Prêmio Nobel da Paz. Qual a PAZ DE OBAMA ???? A Paz de promessas ?
A " MEIA-PAZ " ? A Paz dos hipócritas ????
Qual a Paz de Obama ? A Paz do Afeganistão ? A Paz do Oriente Médio ?
Não seria melhor esperar para confirmar as reais intenções do Presidente dos Estados Unidos da América ( EUA ) ???????

sábado, 10 de outubro de 2009

100 ANOS DE PATATIVA DO ASSARÉ

PATATIVA E SUA ESPOSA D. BELINHA




100 ANOS DE PATATIVA DO ASSARÉ

CONHEÇA MAIS UM POUCO DO PATATIVA DO ASSARÉ

"Patativa do Assaré"

" De Assaré para o mundo "

" Antônio Gonçalves da Silva, dito Patativa do Assaré, nasceu a 5 de março de 1909 na Serra de Santana, pequena propriedade rural, no município de Assaré, no Sul do Ceará. É o segundo filho de Pedro Gonçalves da Silva e Maria Pereira da Silva. Foi casado com D. Belinha, de cujo consórcio nasceram nove filhos.

Publicou Inspiração Nordestina, em 1956, Cantos de Patativa, em 1966. Tem inúmeros folhetos de cordel e poemas publicados em revistas e jornais. Começou a ser estudado na Sorbonne, na cadeira da Literatura Popular Universal, durante a regência do professor Raymond Cantel, hoje falecido. Patativa do Assaré era unanimidade no papel de poeta mais popular do Brasil. Para chegar onde chegou, tinha uma receita prosaica: dizia que para ser poeta não era preciso ser professor. ´Basta, no mês de maio, recolher um poema em cada flor brotada nas árvores do seu sertão´, declamava.

Cresceu ouvindo histórias, os ponteiros da viola e folhetos de cordel. Em pouco tempo, a fama de menino violeiro se espalhou. Com oito anos trocou uma ovelha do pai por uma viola. Dez anos depois, viajou para o Pará e enfrentou muita peleja com cantadores. Quando voltou, estava consagrado: era o Patativa do Assaré. Nessa época os poetas populares vicejavam e muitos eram chamados de ´patativas´ porque viviam cantando versos. Ele era apenas um deles.

Filho de pequenos proprietários rurais, Patativa, nascido Antônio Gonçalves da Silva, em Assaré, a 490 quilômetros de Fortaleza, inspirou músicos da velha e da nova geração e rendeu livros, biografias, estudos em universidades estrangeiras e peças de teatro. Também pudera. Ninguém soube tão bem cantar em verso e prosa os contrastes do sertão nordestino e a beleza da natureza. Talvez por isso, Patativa ainda influencie a arte hoje.

Como todo sertanejo, Patativa começou a trabalhar duro na enxada ainda menino, mesmo tendo perdido um olho aos 4 anos. No livro ´Cante lá que eu canto cá´, o poeta dizia que no sertão enfrentava a fome, a dor e a miséria, e que para ´ser poeta de vera é preciso ter sofrimento´.

Patativa só passou seis meses na escola. Isso não o impediu de ser Doutor Honoris Causa de pelo menos três universidades. Não teve estudo, mas discutia com maestria a arte de versejar. Desde os 91 anos de idade com a saúde abalada por uma queda e a memória começando a faltar, Patativa dizia que não escrevia mais porque, ao longo de sua vida, ´já disse tudo que tinha de dizer´. Patativa morreu em 8 de julho de 2002 em Assaré."

LEIA MAIS NO DIÁRIO DO NORDESTE
CADERNO ESPECIAL: PATATIVA 100 ANOS
05.03.2009

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

" CIRO NÃO ESTÁ PREPARADO PARA GOVERNAR O BRASIL "



FRASE DO DIA: " CIRO NÃO ESTÁ PREPARADO PARA GOVERNAR O BRASIL "...
( LUIZIANNE LINS ( PT ) - PREFEITA DE FORTALEZA

Em entrevista ao JORNAL O POVO a Prefeita Luizianne Lins ( PT ), declarou que o PT Partido que assumirá a sua Presidência, " poderá ter candidato próprio a Governador do Ceará " e disse ainda que o Dep. Federal Ciro Gomes ( PSB ), " não está preparado " para ser presidente do Brasil.

Veja o que disse Luizianne ao Jornal O POVO:


" O Povo - A senhora falou que Ciro não está preparado para governar o Brasil. Baseada em que a senhora afirma isso? "

" Luizianne - Baseada na forma que ele se comporta e também nos projetos, que foram muito incipientes. Eu acho que ele não teve começo, meio e fim em nada. Acho que falta consistência política. Tem que ter gente com muita sensibilidade, menos truculência, mais educação e com mais permeabilidade e flexibilidade para poder entender a movimentação de um País do tamanho como esse."

Leia a íntegra da entrevista em www.opovo.com.br/conteudoextra

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

POESIA CEARENSE - AURIBERTO CAVALCANTE




DIVÃ MILAGROSO


DUNAS BRANCAS
FÉRTEIS,
BEIJANDO O CÉU
SERROTE DO FAROL
PIRÂMIDE DO FARAÓ
ENCRAVADO ENTRE O MAR
E O SERTÃO DO CEARÁ


JERICOACOARA
DIVÃ MILAGROSO
DE MUITAS CABEÇAS
IMPERFEITAS
FEITAS
DESFEITAS.


( AURIBERTO CAVALCANTE )

IN. " BERROS " - PÁG. 137

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

ENEM SERÁ EM DEZEMBRO



enem será em dezembro


“O MEC (Ministério da Educação) e o Ministério da Justiça entraram em acordo para aplicar o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) nos dias 5 e 6 de dezembro. A prova, que estava prevista para ocorrer nos dias 3 e 4 de outubro acabou adiada por vazamento de seu conteúdo. Segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, após uma reunião com o ministro Tarso Genro, ficou acertado o suporte da Justiça na realização do exame. “O MEC vai contar com o apoio da Força Nacional de Segurança e da Polícia Federal para acompanhar todas as etapas do processo, desde a saída das provas dos cofres do Inep [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira]“, afirmou Haddad.”

terça-feira, 6 de outubro de 2009

FRASE DO DIA... " um algoz da tortura "








" Anistia pede saída de Corregedor "


" O presidente da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, Paulo Abrão,
condenou o fato de que, no Ceará, " um algoz da tortura " ocupe um cargo público. " Nos entristece chegar hoje ao Ceará e saber que ocupando um cargo público está um algoz da tortura denunciado nesses processos. Isso é inaceitável. É uma infâmia" ...

LEIA MAIS NO JORNAL O POVO

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

QUEM QUER SER PROFESSOR ????????


PROFESSOR APÓS 25 ANOS DE TRABALHO

NO MÊS DE OUTUBRO, MÊS DO PROFESSOR ( DIA 15 DE OUTUBRO É O DIA DO PROFESSOR ),
VAMOS DISCUTIR E MOSTRAR UM POUCO SOBRE A VIDA DO PROFESSOR E SUA REALIDADE
DENTRO DAS ESCOLAS.

PARTE I

" Para todos os educadores ou não!!
Momento de reflexão. PROFESSOR – UMA ESPÉCIE EM EXTINÇÃO
Por Verônica Dutenkefer "


" Esse texto que escrevo precisamente agora é mais um desabafo."

" Desabafo de uma profissional que está lecionando há mais de 22 anos e que não sabe se sobreviverá por mais dez anos, que é o tempo que ainda precisarei trabalhar (por mais que ame muito o que faz).

Trago comigo muitas perguntas que não querem calar. E talvez a mais inquietante é: O que será necessário acontecer para se fazer uma reforma educacional neste país????

Constantemente ouço ou leio reportagens com as autoridades educacionais proclamarem a má formação de seus professores. Culpando as universidades, a falta de cursos de formação e culpando-nos evidentemente.

Se a educação neste país não vai bem só existe um culpado: o professor.

E aí vem meus questionamentos:

Como um professor de escola pública pode fazer o seu trabalho se ele precisa ficar constantemente parando sua aula para separar a briga entre os alunos, socorrer seu aluno que foi ferido por outro aluno, planejar várias aulas para se trabalhar os bons hábitos na tentativa vã de se formar cidadãos mais conscientes e de melhor caráter?

Nos cursos de formação nos é passado constantemente a recusa de um programa tradicional e conteudista, mas nossas avaliações de desempenho das escolas, nossos vestibulares e concursos públicos ainda são tradicionais e nos cobra o conteúdo de cada disciplina.

Como pode num país.....num estado...num município haver regras tão diferentes entre a rede particular e pública?

Na rede particular as escolas continuam conteudistas, há a seriação com reprovação, a escola pode suspender ou até mesmo expulsar um aluno que não esteja respeitando as regras daquela instituição.

A rede pública vive mudando o enfoque pedagógico (de acordo com o partido que ganhou as eleições), é cobrado cada vez menos do aluno, não se pode fazer absolutamente nada com um aluno indisciplinado que até mesmo coloca em risco a segurança de outros alunos e funcionários daquela instituição.

Dia a dia...minuto a minuto... os professores são alvos de agressões verbais e até mesmo física pelos alunos. A cada dia somos submetidos a níveis de stress insuportáveis para um ser humano.

Temos que dar conta do conteúdo a ser ensinado + sermos responsáveis pela segurança física de nossos alunos + sermos médicos + enfermeiros + psicólogos + assistentes sociais + dentistas + psiquiatras + mãe + pai ......

E quando ameaçados de morte e recorremos a uma delegacia pra fazer um boletim de ocorrência ouvimos: “Isto não vai adiantar nada!”

Meus bons alunos presenciam o mal aluno fazendo tudo o que não pode ser feito e não acontecendo nada com ele. É o exemplo da impunidade desde a infância.

Meus bons alunos presenciam que o aluno que não fez absolutamente nada durante o ano, passou de ano como ele, que se esforçou e foi responsável.

Houve um ano que eu tinha um aluno que era muito bom. E ele começou a faltar muito e ir mal na escola. Os colegas diziam que ele ficava empinando pipa ao invés de ir pra escola. Um dia, tive uma conversa com ele, e perguntei o que estava acontecendo? E ele me disse: “Prá que eu vou vir pra escola se eu vou passar de ano mesmo assim?”

Então eu procurei aconselhar (como faço com meus alunos até hoje) que ele devia frequentar a escola, não para tirar notas boas nas provas ou passar de ano. Ele deveria vir a escola para aumentar seu conhecimento que é o único bem que ninguém poderá roubar.Que a escola iria ajudá-lo a aprender e trocar conhecimentos com os outros e ajudá-lo a dar uma melhor formação na vida..

Depois dessa conversa ele não faltou mais tanto...mas nunca mais voltou a ser o excelente aluno que era.

Qual a motivação de ser bom aluno hoje em dia?

Seus ídolos são jogadores de futebol que não falam o português corretamente e que não hesitam em agredir seus colegas jogadores e até mesmo os árbitros. Ensinando que não é necessário haver respeito as autoridades e aos outros.

Ou são dançarinas que mostram seu corpo rebolando na televisão e pousando nuas para ganhar dinheiro.

Para quê eu me matar de estudar se há tantas profissões que não são valorizados e nem respeitadas???

Conheci (e ainda conheço e convivo) ao longo de minha carreira na escola pública, inúmeros profissionais maravilhosos. Pessoas que amam a sua profissão, que se preocupam com seus alunos, que fazem trabalhos excepcionais. Que possuem um conhecimento e formação excelentes, mas que estão desgastados e quase arrasados diante da atual situação educacional.

Li a poucos dias num artigo que os cursos de filosofia, matemática, química, biologia e outros todos ligados a área de magistério não estão tendo procura nas universidades.

Lógico!!!!!Quem é que quer ser professor?????????

Quem é que quer entrar numa carreira que está sendo extinta, não só pela total desvalorização e respeito, mas também pela falta de segurança que estamos enfrentando nas escolas.

Fiquei indignada com uma reportagem na TV (que aliás adora fazer reportagens sensacionalistas colocando o professor sempre como vilão da história) em que relatava que numa escola um aluno ameaçava os outros com um revólver e num determinado momento o repórter perguntou:”Onde estava o professor que não viu isso??!!”

E agora eu pergunto: “O que se espera de um professor (ou de qualquer ser humano), que se faça com uma arma apontada pra você ou pra outro ser humano??? Ah...já sei...o professor deveria enfrentar as balas do revólver!!!! Claro!!! As universidades e os cursos de aperfeiçoamento de professores não estão nos ensinando isso...

Vocês tem conhecimento de como os professores de nosso país estão adoecendo????

Vocês sabem o que é enfrentar o stress que a violência moral e física tem nos submetido dia a dia?

Você sabe o que é ouvir de um pai frases assim:

“Meu filho mentiu, mas ele é apenas uma criança!”

“Eu não sei mais o que fazer com o meu filho!”

“Você está passando muita lição para meu filho, e ele é apenas uma criança!”

“Ele agrediu o coleguinha, mas não foi ele quem começou.”

“Meu filho destruiu a escola, mas não fez isso sozinho!”

Classes super lotadas, falta de material pedagógico, espaço físico destruído, violência, desperdício de merenda, desperdício de material escolar que eles recebem e, muitas vezes, não valorizam (afinal eles não precisam fazer absolutamente nada para merecê-los), brigas por causa do “Leve-leite” (o aluno não pode faltar muito, não por que isso prejudica sua aprendizagem, mas porque senão ele não leva o leite.)

Regras educacionais dissonantes de acordo com a classe social dos alunos.

Impunidade.

Mas a educação não vai bem, por causa do professor...

Encerro esse desabafo com essa pergunta que li a poucos dias:


Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável."

"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"





Com carinho,Ana Elusa 5551-84338978

domingo, 4 de outubro de 2009

DESCANSO PARA O GUERRILHEIRO




DESCANSO PARA O GUERRILHEIRO

Finalmente os restos mortais do estudante/guerrilheiro Bergson Gurjão Farias serão
enterrados com honras de Estado, terça-feira às 17:00 horas no cemitério Parque da
Paz.

DESPEDIDA

A urna com os restos mortais de Bergson Gurjão seguirá num caminhão do Corpo de Bombeiros, da Base aérea até a Reitoria da UFC, onde acontecerá uma solenidade em
homenagem e a despedida do povo cearense ao homem que morreu defendendo a LIBERDADE
e a DEMOCRACIA.

ELEIÇÕES OU PLEBISCITOS ????????




SÓ SE FALA EM PLEBISCITO NA ELEIÇÃO PARA PRESIDENTE. E AQUI NO CEARÁ, O QUE ESTÃO QUERENDO ???? O QUE ESTÃO TENTANDO CONSTRUIR ????? UMA CANDIDATURA ÚNICA ???????

COMISSÃO DE ANISTIA DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA EM FORTALEZA






Segunda-feira, dia 5 de outubro, a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça,
fará reunião na assembleia Legislativa para julgar os últimos 73 Processos de
ex-preseguidos políticos da ditadura no Ceará.
Explica Valdemar Menezes, na sua coluna no Jornal O POVO: " A Comissão também tem
como objetivo pedir desculpas às vítimas, em nome do Estado brasileiro e repará-los
simbolicamente por tê-los violentado."

CORRUPÇÃO NO BRASIL



Datafolha – 13% dos brasileiros afirmam ter vendido seu voto

“ Uma pesquisa Datafolha realizada em todo o País aponta que 13% dos brasileiros afirmam ter vendido seu voto por dinheiro, emprego ou outro tipo de vantagem. O índice, aplicado ao total de 132 milhões de eleitores, representa 17 milhões de pessoas. A pesquisa “Retrato da Ética no Brasil” ouviu 2.122 pessoas em 150 municípios de 25 unidades da federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

Entre os que se corromperam, 10% disseram ter vendido o voto por emprego ou outro favor, 6% por dinheiro e 5% por algum tipo de presente. Alguns obtiveram dois ou mais destes benefícios ao mesmo tempo. Apesar de admitirem a prática, 94% dos entrevistados acredita que a venda de votos é condenável.

Entre os entrevistados, para 92% existe corrupção no Congresso Nacional e nos partidos políticos. O índice cai para 88% na Presidência da República e nos ministérios. Para 33%, é impossível fazer política sem um pouco de corrupção.”

(Portal Terra)

sábado, 3 de outubro de 2009

XVII CONGRESSO BRASILEIRO DE POESIA EM BENTO GONÇALVES - RS


CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA


XVII CONGRESSO BRASILEIRO DE POESIA EM BENTO GONÇALVES - RS

Objetivos:

" Difundir a poesia, em suas mais variadas formas do fazer poético,
junto às escolas e população em geral, através da realização de palestras,
oficinas de criação, performances, recitais, exposições, shows, etc.

A realização de dezesseis edições do Congresso Brasileiro de Poesia na Serra Gaúcha
extrapolou as fronteiras do País como um movimento de grande importância para a
Cultura Contemporânea. Dessa forma, almejamos com a realização do XVII CONGRESSO
BRASILEIRO DE POESIA, além de atender essa expectativa, dar continuidade a um
trabalho cujo fruto maior será o enriquecimento cultural de nossa gente, propiciado com
um contato mais direto com o que de mais avançado se propõe em termos de poesia no Brasil
e no Mundo. Como tem acontecido nos Congressos de Poesia anteriores, objetivamos consolidar
cada vez mais os trabalhos já realizados e ampliar a oferta de cultura para a população,
seja através de novas oficinas, performances, apresentações diversas, bem como através
da apresentação de novas propostas poéticas, mantendo, assim, o processo de atualização
cultural dos envolvidos, propiciando uma troca de experiências que tem se mostrado
bastante enriquecedora para todos os envolvidos. Desta maneira, o XVII CONGRESSO
BRASILEIRO DE POESIA propõe trazer a Bento Gonçalves novamente as mais
variadas formas de expressão poética, bem como, inserir definitivamente a
"Serra Gaúcha" no Movimento Poético e Literário Mundial, através dos diversos poetas e
escritores que têm nos visitado, trazendo suas experiências e levando para seus países de
origem a poesia e a literatura que aqui têm encontrado. Propiciar às comunidades
envolvidas um contato direto com o movimento poético e literário nacional e internacional,
contribuindo para o seu enriquecimento cultural e formação das novas gerações,
procurando consolidar o trabalho realizado desde o I CONGRESSO BRASILEIRO DE
POESIA. Reunir professores e alunos das escolas das cidades abrangidas pelo evento,
em núcleos de leitura e análise das obras dos escritores convidados, permitindo uma
discussão da mesma, de onde se possa obter as várias leituras que uma obra permita. Pôr
frente-a-frente leitores, autores e críticos para continuar o diálogo iniciado na leitura das obras.
Trazer pesquisadores e professores para abordar, em rápidos cursos, questões que envolvam
o estudo e o ensino da língua e literatura. Ampliar a discussão acerca de novas linguagens,
através de palestras, oficinas, intervenções, performances e mostras de poesia experimental
- tais como Visual, Performática, Virtual ou Informática, poema-processo, instalações
- visando a formação de um público leitor eclético e participativo. Propiciar cultura,
lazer e entretenimento às futuras gerações, através de trabalhos de recreação infantil,
permitindo-lhes um primeiro contato com o mundo poético e literário atual."

OLIMPIADAS 2016 SERÁ NO RIO DE JANEIRO





SEM COMENTÁRIOS...

"a alma mais feia do que o rosto"




"a alma mais feia do que o rosto"

O FUNCIONALISMO PÚBLICO ESTADUAL DO CEARÁ SABE QUEM É QUE TEM " A ALMA MAIS FEIA
DO QUE O ROSTO "...

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

IMORTAL DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS CARLOS NEJAR EM FORTALEZA




CARLOS NEJAR, AURIBERTO E MARLENE DO INSTITUTO ANTARES

FOTOS: Wellington Nunes


IMORTAL DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, CARLOS NEJAR EM FORTALEZA


A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, EM COLABORAÇÃO COM A ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, O INSTITUTO ANTARES E SECRETARIAS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO, PROMOVEM A " MARATONA ESCOLAR JOAQUIM NABUCO", CUJO OBJETIVO É
A ELABORAÇÃO DE UMA REDAÇÃO ( NO MÁXIMO 30 LINHAS MANUSCRITAS OU NO CORPO 12, DEVEM SER ENVIADAS ATÉ O DIA 06 DE NOVEMBRO DE 2009, PARA INSTITUTO ANTARES, rUA vISCONDE DE pIRAJÁ, 142, SALA 1201 - IPANEMA, RIO DE JANEIRO CEP 22410-003 ), SOBRE O TEMA: " A IMPORTÂNCIA DE JOAQUIM NABUCO, SUA VIDA E SUA OBRA."
A MARATONA DESTINA-SE AOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO REGULARMENTE MATRICULADOS NAS REDES PÚBLICA E PARTICULAR, COM ABRANGÊNCIA NO TERRITÓRIO NACIONAL.
PARA DIVULGAR A MARATONA CARLOS NEJAR PROFERIU PALESTRA NO LICEU DO CEARÁ, ONDE MOSTROU A IMPORTÂNCIA DE JOAQUIM NABUCO PARA O BRASIL.
SEMPRE SIMPÁTICO, TROCOU INFORMAÇÕES SOBRE LITERATURA COM O PROFESSOR, ESCRITOR E
MEMBRO DA ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DE CAUCAIA, AURIBERTO CAVALCANTE, QUE DIVULGOU
O GRUPO CHOCALHO E FOI ELOGIADO PELO IMORTAL CARLOS NEJAR.


CONHEÇA MAIS CARLOS NEJAR

Biografia
Quarto ocupante da Cadeira nº 4, eleito em 24 de novembro de 1988, na sucessão de Viana Moog e recebido em 9 de maio de 1989 pelo Acadêmico Eduardo Portella. Recebeu o Acadêmico Moacyr Scliar.

Carlos Nejar (Luís C. Verzoni N.), poeta, ficcionista, ensaísta, procurador de Justiça aposentado, nasceu em Porto Alegre (RS), em 11 de janeiro de 1939.

Fez sua formação primária, secundária e o curso clássico no Colégio do Rosário em Porto Alegre.

Iniciou na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul o curso de Letras Clássicas, não o concluindo. Formou-se, pela mesma Universidade, em Ciências Jurídicas e Sociais (Direito) em 1962.

Fez exame de Suficiência na Universidade Federal de Santa Maria (RS), tendo sido aprovado para lecionar Português e Literatura no 2O ciclo do magistério estadual.

Fez concurso para o Ministério Público do RS. Assumiu a função em 1963, atuando em diversas comarcas do Rio Grande do Sul: Pinheiro Machado, Bagé, Taquari, Uruguaiana, Itaqui, São Jerônimo, Erexim, Caxias do Sul e Porto Alegre.

De 1965 a 1973, foi também professor de Português e Literatura nos seguintes estabelecimentos estaduais de ensino: Escola Normal Álvaro Haubert e Colégio Estadual São Patrício, em Taquari; Colégio Estadual Castro Alves, em São Jerônimo; Escola Normal José Bonifácio, em Erexim; Colégio Estadual Cristóvão de Mendonça, em Caxias do Sul.

Funcionou nas Câmaras Cíveis e criminais do Egrégio Tribunal de Alçada e Emérito Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, como Promotor de Alçada e Procurador de Justiça do Rio Grande do Sul; foi titular na 1a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, assessor de vários procuradores-gerais de Justiça, durante mais de dois anos, e participou do Gabinete de Pesquisa e Planejamento da instituição.

Atuou como curador de Registros Públicos da Capital, em período de dois anos, com responsabilidade de fiscal da lei e sua execução, sobre todos os Cartórios de Registro de Pessoas Naturais e os Registros Públicos de Porto Alegre; foi membro do Conselho Penitenciário do Estado e membro fundador do Conselho Curador da Fundação de Economia e Estatística do Estado do Rio Grande.

Participou como membro da Comissão Julgadora do Ministério Público; integrou o Conselho Superior e o Colégio de Procuradores do Ministério Público, tendo sido eleito por voto de sua classe para um dos sete procuradores que compõem o referido Conselho, órgão diretivo máximo da Instituição, em 1986, após atuar como suplente, no ano anterior. E nessa função, aposentou-se.

Em 1975, fez aperfeiçoamento jurídico em Lisboa, como bolsista, a convite do Ministério das Relações Exteriores de Portugal. Defendeu a tese “A Imputabilidade no Direito Criminal Português e Brasileiro” na Universidade de Lisboa, aprovada com parecer de louvor pelo Professor de Direito Criminal dessa Universidade.

Em 1983, fez curso de aperfeiçoamento jurídico na Procuradoria da República, onde ficou sediado, a convite, participando como observador do Brasil no centro avançado de preparação de juízes e promotores de justiça.

Exerceu a advocacia em Porto Alegre. Ao aposentar-se como Procurador de Justiça, mudou-se para o Espírito Santo, onde se radicou no seu “Paiol da Aurora”, em Guarapari.

Participou de inúmeros congressos nacionais e internacionais de literatura, entre os quais o VI e VIII Encontro Nacional de Escritores, em Brasília, Distrito Federal (outubro de 1971 e outubro de 1973). O I Seminário de Literatura no Rio Grande do Sul (setembro de 1972), o II Congresso Nacional de Poesia, em Goiânia (junho de 1973), o Encontro de Escritores Latino-Americanos, em Punta del Leste, Uruguai (março de 1968), Congressos Internacionais de Poesia de Nova Prata e Bento Gonçalves (RS).

Participou da CNIC (Comissão Nacional de Incentivo à Cultura) do Ministério da Cultura, nas áreas de humanidades e literatura (1992-1993).

Foi nomeado pelo Presidente da República para o Conselho Nacional de Política Cultural (de 1994 a 1996).

Pertence à Academia Espírito-Santense de Letras, ao Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo e à Academia Brasileira de Filosofia, no Rio de Janeiro.

Foi bolsista, a convite da Fundação Calouste Gulbenkian, em viagem a Lisboa, em outubro de 1981, com o fito de organizar a Antologia da poesia portuguesa contemporânea, saída no Brasil, São Paulo, pela Massao-Ohno.

Participou do Conclave “O legado da cultura árabe às culturas latino-americanas”, sobre a épica contemporânea, na Universidade de Verão Al Mu´ Tamid Ibn Abbad de Asilah, em Tanger, Marrocos, de 12 a 15 de agosto de 1989.

Participou, em Lisboa, do júri do Prêmio Camões-1997. Integrante da Comissão Brasileira do Congresso Luso-Brasileiro de Arte e Ciência, sendo responsável pela Câmara de Letras. O congresso se alongou de 1998 a 2000, em função das comemorações do V Centenário do Descobrimento do Brasil. Em 1998, participou do painel literário “A poesia e o romance espanhol”, na Semana da Hispanidade/98; e esteve na Feira de Livro de Paris, entre os 35 escritores que representaram o Brasil.

Em 1999, proferiu conferências sobre poesia e ficção nas universidades de Brasília, Goiânia, Rio Grande do Sul e Buenos Aires; na ABL e no Projeto Com todas as letras, do jornal Folha de São Paulo. Participou, juntamente com outros grandes poetas da América Latina, em Quito (Equador), do Festival Internacional de Poesia, organizado pela Corporação Cultural Eskeletra.

Em 2000 foi Secretário-Geral e Presidente em exercício da Academia Brasileira de Letras.

Inaugurou a Feira do Livro, em Porto Alegre, em 2000, onde foi homenageado pelos seus 40 anos de vida literária, e esteve na Feira do livro de Buenos Aires e no Congresso de Escritores de Veneza.

A publicação Quaterly Review of Literature, de Princeton, New Jersey (EUA), em seu cinqüentenário, escolheu o poeta como um dos grandes escritores da atualidade. Único representante brasileiro indicado pela influente revista norte-americana, é colocado no mesmo patamar do espanhol Rafael Albert e do francês Yves Bonnefoy, entre cinqüenta autores selecionados.

É detento de vários prêmios literários: Prêmio Nacional de Poesia Jorge de Lima (1971) do Instituto Nacional do Livro; Prêmio Fernando Chinaglia (1974) da União Brasileira de Escritores, com O poço do calabouço, como o melhor livro de poesia do ano; Prêmio Luísa Cláudio de Souza (1977) do PEN Clube do Brasil, pelo seu livro de poesia Árvore do mundo; Prêmio Érico Veríssimo (1981) concedido pela Câmara dos Vereadores de Porto Alegre; Troféu Francisco Igreja, da União Brasileira de Escritores do Rio para Amar, a mais alta constelação (1991); Prêmio Cassiano Ricardo, do Clube de Poesia de São Paulo, pela sua obra (1996); Prêmio de poesia da Associação Paulista de Críticos de Arte (1999), pelos 35 anos de publicação do Livro de Silbion.

Na área do livro infanto-juvenil, arrebatou o Prêmio Monteiro Lobato e o da Associação de Críticos Paulistas, com respectivamente Era um vento muito branco e Zão.

Em 2000, recebeu o Prêmio Jorge de Lima, da União Brasileira de Escritores, com Os viventes, e o Prêmio Machado de Assis, de romance, da Biblioteca Nacional, com Rio-pampa. Em 2001, ganhou o título de Cidadão de Brasília, da Câmara de Deputados.

É colaborador da Revista Colóquio/Letras, de Lisboa, e de inúmeras revistas e jornais do País; é membro do PEN Clube do Brasil, sucedendo a Raul Bopp.

Bibliografia
Poesia

Sélesis. Porto Alegre: Livraria do Globo, 1960.
Livro de Silbion (contos). Porto Alegre: Difusão de Cultura, 1963; 4.a ed. São Paulo: Hucitec, 1999.
Livro do Tempo. Porto Alegre: Champagnat, 1965.
O Campeador e o Vento. Porto Alegre: Sulina, 1966.
Danações. Rio de Janeiro: José Álvaro Editor, 1969.
Ordenações. Porto Alegre: Editora Globo/INL, 1971. Prêmio Jorge de Lima do Instituto Nacional do Livro, para a obra inédita do ano de 1970.
Canga (Jesualdo Monte). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1971; 2.a ed., bilíngüe-espanhol, tradutor Luís Oviedo. Guarapari: Paiol da Aurora, Nejarim, 1993.
Casa dos Arreios. Porto Alegre: Editora Globo/INL, 1973.
O Poço do Calabouço. Lisboa: Livraria Moraes Editores, 1974 (esgotado). Prêmio Fernando Chinaglia (1974) da União Brasileira de Escritores.
O Poço do Calabouço. Rio de Janeiro: Editora Salamandra, 1977; 2.a ed., 1980; 3.a ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 1983.
De Sélesis a Danações (2.a ed. dos cinco primeiros livros). “Coleção Sélesis”, São Paulo: Ed. Quíron/INL, 1975. Esgotado.
Somos Poucos. Rio de Janeiro: Editora Crítica, 1976.
Árvore do Mundo. Rio de Janeiro/Brasília: Nova Aguilar/INL, 1977; 2.a ed., Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1977. Prêmio Luísa Cláudio de Souza (1977) do PEN Clube do Brasil. Esgotado.
O Chapéu das Estações. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1978.
O Poço do Calabouço, Árvore do Mundo e O Chapéu das Estações (num só volume). São Paulo: Círculo do Livro, 1979. Esgotado.
Os Viventes. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1979. Ampliado, com o Livro das Bestas e dos Insetos. Rio de Janeiro: Ed. Record/Biblioteca Nacional, 2000.
Um País o Coração. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.
Obra Poética I. (Sélesis, Livro de Silbion, Livro do Tempo, O Campeador e o Vento, Danações, Ordenações, Canga, Casa dos Arreios, Somos Poucos e a Ferocidade das Coisas, inédito este último). Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1980. Prêmio Érico Veríssimo (1981), Câmara Municipal de Porto Alegre.
Fausto, as Parcas, Joana das Vozes, Miguel Pampa e Ulisses (poemas dramáticos). Rio de Janeiro: Editora Record, 1983. 2.a ed., Porto Alegre: Ed. Tchê, 1987.
Memórias do Porão. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1985.
A Idade da Aurora (rapsódia). São Paulo: Massao-Ohno Editor, 1990; 2.a ed., Vitória: Nemar Editora – Massao-Ohno, 1991.
Amar, a Mais Alta Constelação (sonetos). Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1991.
Miguel Pampa (poemas dramáticos). 2.a ed., Vitória: Nemar Editora – Massao-Ohno, 1991.
Meus Estimados Vivos (poemas). Vitória: Nemar Editora, 1991. Ilustrações de Jorge Solé e apoio da Prefeitura de Vitória. O primeiro livro de papel reciclado (em poesia) do País.
Elza dos Pássaros ou a Ordem dos Planetas. Paiol da Aurora, Guarapari: Editora Nejarim – Paiol da Aurora, Guarapari, 1993.
Simón Vento Bolívar. Edição bilíngüe português-espanhol, tradutor Luís Oviedo. Porto Alegre: Editora AGE, 1993.
Aquém da Infância. Guarapari: Editora Nejarim – Paiol da Aurora, 1995. Comemorativa dos 35 anos de poesia.
Arca da Aliança (poemas bíblicos). Guarapari: Editora Nejarim – Paiol da Aurora, 1995.
Os Dias pelos Dias (Canga, Árvore do Mundo e O Poço do Calabouço). Rio de Janeiro: Topbooks, 1998.
Todas as Fontes Estão em Ti. São Paulo: Editora Eclésia, 2000.
A Espuma do Fogo. São Paulo: Atelier Editorial, 2002.
Poesia Reunida. 2 vols. – A Idade da Noite e A Idade da Aurora. São Paulo/Rio de Janeiro: Atelier Editorial/Fundação Biblioteca Nacional, 2000.
A Idade da Eternidade (poesias completas). Lisboa, 2001.
Arca da Aliança. Cascais, Portugal: Editora Pergaminho, 2004.
Tratado de Bom Governo. São Paulo: Escrituras, 2004.

Ensaio

Dicionário de Citações da Ficção de Carlos Nejar. Rio de Janeiro: Editora Batel, 2009.
A Chama é um Fogo Úmido (reflexões sobre a poesia contemporânea). Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 1994. (Coleção Afrânio Peixoto, vol. 23.)
Escritos com a Pedra e a Chuva. Rio de Janeiro, Academia Brasileira de Letras, 2000. (Coleção Afrânio Peixoto, vol. 54.)
O Caderno do Fogo. São Paulo: Editora Escrituras, 2000. (Coleção Ensaios Transversais); 2.a ed., 2002.

Novela e romance

Um Certo Jaques Netan. Coleção “Imortais da Literatura”. São Paulo: Achê, 1991 (edição não-comercial). Rio de Janeiro: Record, 1991.
O Túnel Perfeito. Rio de Janeiro: Editora Relume-Dumará, 1994.
Carta aos Loucos. Rio de Janeiro: Record, 1999.
Riopampa – O Moinho das Tribulações. São Paulo: Editora Eclésia – Força Editorial, 2000. Ed. não comercial. Rio de Janeiro: Bertrand, 2004. 2.a ed., 2006.
Ulalume. Rio de Janeiro: Ed. Bluhm, 2001.
O Selo da Agonia (Livro dos Cavalos). Rio de Janeiro: Ed. Razão Cultural, 2002.
O Livro do Peregrino. Rio de Janeiro: Ed. Objetiva, 2002. Ed. Portuguesa, Lisboa: Ed. Pergaminho, 2002.
O Evangelho segundo o Vento. São Paulo: Ed. Escrituras, 2002.
A Engenhosa Letícia do Pontal. Rio de Janeiro: Ed. Objetiva, 2003.
O Poço dos Milagres. Rio de Janeiro: Bertrand, 2004. Jonas Assombro. Rio de Janeiro: Novo Século Editora, 2009.



Teatro

Teatro em Versos (8 poemas dramáticos). Prefácio de Antônio Hohltieldt. Rio de Janeiro: Funarte, 1998.

Obra infanto-juvenil

Menino-rio. Porto Alegre: Ed. Mercado Aberto, 1985.
Jericó Soletrava o Sol e as Coisas Pombas. Rio de Janeiro: Ed. Globo, 1986.
Era um Vento muito Branco. Rio de Janeiro: Ed. Globo, 1987. Prêmio Monteiro Lobato, da Associação Brasileira de Crítica Literária.
A Formiga Metafísica. Rio de Janeiro: Editora Globo, 1988.
Zão. São Paulo: Ed. Melhoramentos, 1988. Prêmio para melhor livro infanto-juvenil, em poesia, da Associação Paulista de Críticos de Arte, 1989.
O Grande Vento. Rio de Janeiro: Edições Consultor, 1998.
Tumin, o Passarinho. São Paulo: Global Editora, 2001; 2.a ed., 2002.

Antologias (onde estão incluídos seus textos e poemas)

Nacionais

A Novíssima Poesia Brasileira (org. por Walmir Ayala), Série 2. Rio de Janeiro: Cadernos Brasileiros, 1962.
Dois Poetas Novos do Brasil (antologia com Armindo Trevisan). 1972.
Antologia da Literatura Sul-rio-grandense Contemporânea (org. por Antônio Holfeldt). Vol. 2. Porto Alegre: L&PM Editores, 1979.
Cinco Poetas Gaúchos (antologia). Assembléia Legislativa de Porto Alegre, 1977.
Histórias de Vinho (vários colaboradores). Porto Alegre: L&PM Editores, 1980.
Poetas Contemporâneos (org. por Henrique L. Alves). São Paulo: Roswitha Kempf Editores, 1985.
A Genealogia da Palavra. Prefácio de Eduardo Portella. São Paulo: Editora Iluminuras, 1989.
Poemas de Amor (seleção de Walmir Ayala). Rio de Janeiro: Ediouro, 1991.
Carlos Nejar (antologia) – “Minha voz se chamava Carlos”, Prefeitura de Porto Alegre, Unidade Editorial, 1.a edição, 1993; 2.a edição, 1994. (Coleção Petit Poá)
A Poesia da Geração de 60. Introdução e seleção de Pedro Lyra. Rio de Janeiro: Topbooks, 1995.
Antologia de Poetas Brasileiros. Seleção e coordenação de Mariazinha Congílio. São Paulo: Universitária Editora, 2000.
Os Melhores Poemas de Carlos Nejar. Prefácio de Regina Célia Colônias, 1981; 2.a ed. Prefácio e seleção de Léo Gilson Ribeiro. São Paulo: Global Editora, 1997; 3.a ed., 2003.
Os Cem Melhores Poemas do Século. Seleção de Italo Moriconi. Rio de Janeiro, Editora Objetiva, 2001.
Os Cem Melhores Poetas Brasileiros do Século. Seleção de José Nêumanne Pinto. São Paulo: Geração Editorial, 2001.
Breve História do Mundo. Prefácio e seleção de Fabrício Carpinejar. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.

Estrangeiras

La Poesía Brasileña en la Actualidad (org. por Gilberto Mendonça Teles). Montevidéu: Editora Letras, 1969.
Las Voces Solidarias (org. e trad. por Santiago Kovadloff). Buenos Aires: Editora Calicanto, 1978.
Poemas (trad. de Pèrez Só) in Poesia, n.o 42, Valencia, Venezuela: Ed. Carbobo, 1978.
Dois Poetas Novos do Brasil (antologia com Armindo Trevisan). “Círculo de Poesia”. Lisboa: Livraria Moraes Editores, 1972.
Antologia da Novíssima Poesia Brasileira (org. por Gramiro de Matos e Samuel de Seabra). Lisboa: Livros Horizonte, 1981.
Antologia do Círculo de Poesia (org. por Pedro Tamen). Lisboa: Livraria Moraes Editores, 1977.
Lateinamerika – Stimmen Eines Kontinents. Antologia de Literatura Latino-americana (org., trad. e com estudos de Günter W. Lorenz). Erdmann: Editorial Basiléia, 1974.
Brasilianische Poesie des 20 Jahrhunderts (org., trad. e com estudos de Curt Meyer Clason). Berlim: Deutsches Taschenbuch Verlag, 1975.
Antologia de The Tree of the World (trad. de Giovanni Pontiero). EUA, New Directions, 1980. An International Anthology of Prose & Poetry, n.o 40.
Antologia de Poems from Canga (trad. de Giovanni Pontiero). In Latin American Literature and Arts. Review n.o 28, jan./abr., 1981.
Yoke (Canga) – Jesualdo Monte (trad. de Madeleine Picciotto). In Quarterly Review of Literature, Poetry Series III, vol. XXII. Ed. por T. & R. Weiss, Princeton, New Jersey, 1981.
Poemas (trad. de Pèrez Só). In Poesia, n.o 42, Valencia: Ed. Carbobo, 1978.
Yugo (trad. Nahuel Santan). Buenos Aires, s.d.
World Literature Today (trad. de Richard Preto Rodas). Formely Books Abroad, vol. 53, University of Oklahoma, Winter, 79.
A Idade da Eternidade (org. por Antônio Osório). Porto: Gota de Água, 1981.
Dieser Tag Voller Vulcane (trad. Kurt Sharf). Verlag in Bauerhaus, Alemanha, 1984.
Antologie de la poésie brésilienne (trad. Bernard Lorraine). Paris: Éditions Ouvrières, 1986.
Faust (em edição bilíngüe, trad. de Kurt Sharf). Porto Alegre: Ed. Tchê, 1987.
Anthologie de la nouvelle poésie brésilienne (Présentation de Serge Bourjea, trad. Marcella Mortara). Paris: Éditions L’Harmattan, 1988.
Savremena Poeziga Brasila (org. e trad. de André Kisie). Bagdala (Iugoslávia), 1987.
Pérolas do Brasil (Brazilia Gyöngyei). Tradução de Lívia Paulini. Budapeste, Hungria, 1993.
Poeti brasiliani contemporanei – a cura di Silvio Castro. Centro Internazionale della Grafica di Venezia, 1997.
Os Dez Mandamentos – contos de vários autores. São Paulo: Ed. Nova Alexandria, 2001.
A Idade da Eternidade (Poesia reunida). Lisboa: Imprensa Nacional/Casa da Moeda, 2001.
Histórias de Amor – contos de vários autores. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 2003.
Arca da Aliança. Lisboa: Editora Pergaminho, 2004.

Obra traduzida

A Ferocidade das Coisas (Von der Grausamkeit der Dinge). Tradução de Kurt Sharf, München: Sirene, 1992. Publicada em Salzburg, Áustria, 2002.
The Age of the Dawn, tradução de Madeleine Picciotto, 50th Anniversary Anthology, Quarterly Review of Literature, Series XII, Edited by T.R. Weiss, Princeton, N. Jersey, USA. 1993.
Affonso Romano de Sant’Anna et Carlos Nejar, Deux poètes brésiliens contemporains. Trad. e seleção de Regina Machado. Revue La Sape, n.o 54, Paris, 2000.
La férocité des choses, de Carlos Nejar. Trad. de Raymond Farina, revue Arpa, n.o 73-74, Paris, 2001.
A Ferocidade das Coisas (Von der Gransamkeit der Dinge). Bilíngüe, tradução de Kurt Sharf, Salzburg, Áustria: Ed. Jung und Jung, 2002.
Miei cari vivi. Trad. de Francesca degli Atti, Vera Lúcia de Oliveira, Maria Eugenia Verdager. Salerno: Multimédia Edizioni, 2004.
La Edad de la Aurora – Fundación del Brasil. Virgílio López Lemus, ed. Editorial, Arte y Literatura, Havana, Cuba, 2004.

Antologias (que organizou)

Antologia de um Emigrante do Paraíso (Antônio Osório), com Prefácio introdutório. São Paulo: Massao-Ohno Editor, 1981.
Antologia da Poesia Portuguesa Contemporânea (a partir de Victorino Nemésio). Apresentação, seleção de poemas, dados biográficos e bibliográficos. São Paulo: Massao-Ohno Editor, 1982.
Antologia da Poesia Brasileira Contemporânea (a partir de 1945). Apresentação, seleção de poemas, dados bibliográficos dos poetas. Prefácio de Eduardo Portella. Lisboa: Imprensa Nacional e Casa da Moeda, 1986.
Caronte e Memória. Prefácio de Pedro Tamen. São Paulo: Ed. Escrituras, 2003.

Traduções

BORGES, Jorge Luis. Ficções. Porto Alegre: Editora Globo, 1970. Elogio da Sombra (em parceria com Alfredo Jaques). Porto Alegre: Editora Globo, 1971.

NERUDA, Pablo. Memorial de Ilha Negra – Vol. I, Onde Nasce a Chuva. Rio de Janeiro: Editora Salamandra, 1977. Prêmio de tradução do ano concedido pela Associação dos Críticos de Arte de São Paulo. Memorial de Ilha Negra. 2.a ed. completa, 1980.

As Uvas e o Vento. Porto Alegre: L&PM Editores, 1980.

Cem Sonetos de Amor. Porto Alegre: L&PM Editores, 1979. Atualmente na 20.a edição.

Da Bibliografia sobre o Autor destacam-se:

Livros

COELHO, Nelly Novaes. Carlos Nejar e a “Geração de 60”. Coleção “Escritores de Hoje”, São Paulo: Editora Saraiva, 1971.

REICHMANN, Ernani e Linhares, Temístocles. Poética de Carlos Nejar. Curitiba: Imprensa da Universidade Federal do Paraná, 1973.

CORONADO, Guilherme de la Cruz. O Espessamento Poemático em Carlos Nejar. 1.a edição pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São José do Rio Preto, São Paulo, em 1977. 2.a edição, atualizada, pelas Edições da Universidade do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 1981.

LINHARES, Temístocles. A Poética de Carlos Nejar. Curitiba: Imprensa da UFPr, 1973.

PONTIERO, Giovani. Carlos Nejar, Poeta e Pensador. Ensaios escolhidos e introdução crítica. Edições Porto Alegre, Divisão de Cultura, Prefeitura Municipal, 1984. Tradução do inglês por Noel Delamare.

_____. Os Personae-poemas de Carlos Nejar. Porto Alegre: Editora Tchê, 1986. Tradução do inglês por Patrícia Bins.

Fascículo – Autores gaúchos – Coleção n.o 8, Carlos Nejar. Porto Alegre: Instituto Estadual do Livro, 1985. 2.a ed., 1989.

Estudos em livros

BRASIL, Assis. A Nova Literatura (II. A Poesia). Rio de Janeiro/Brasília: Companhia Americana e INL, 1975.

_____. Dicionário Prático de Literatura Brasileira. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1979.

_____. O Livro de Ouro da Literatura Brasileira. Rio de Janeiro: Ed. Tecnoprint, 1982.

CANÇADO, José Maria. Prefácio de O Chapéu das Estações. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1979.

CANTER, Rita. Depoimento Literário. Porto Alegre: Ed. Flama, 1971.

CARPEAUX, Otto Maria. Pequena Bibliografia Crítica da Literatura Brasileira, com Apêndice de Assis Brasil. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1967.

CHAGAS, Wilson. Inteira Voz, seguida de Existência e Criação. Porto Alegre: Ed. Champagnat, 1976.

COELHO, Jacinto do Prado. “Carlos Nejar, poeta da condição humana”, in Camões e Pessoa – Poetas da Utopia. Lisboa: Publicações Europa-América, 1983.

COELHO, Nelly Novaes. “Uma poética antropológica”, in Casa dos Arreios. Porto Alegre: Ed. O Globo/INL, 1973.

CUNHA, Fausto. “E gritar: Poeta ao Sul!” in A Leitura Aberta. Rio de Janeiro: Editora Cátedra/INL, 1978.

DANTAS, José Maria de Souza. “Poética de Carlos Nejar – Assentada”, in Novo Manual de Literatura. Rio de Janeiro: Editora Difel, 1979.

_____. Didática da Literatura. Rio de Janeiro: Ed. Forense Universitária, 1982.

DUARTE, José Afrânio Moacir. Palavra Puxa Palavra. São Paulo: Ed. do Escritor, 1982.

Enciclopédia de Literatura Brasileira / Oficina Literária Afrânio Coutinho. Direção de Afrânio Coutinho e J. Galante de Sousa. Rio de Janeiro: FAE, 1989. Vol. 2, p. 965.

FOSTER, David William e Reis, Roberto. A Dictionary of Contemporary Brazilian Authors. Arizona: Center for Latin American Studies, 1981.

FREIXEIRO, Fábio. Diversos/Dispersos. Rio de Janeiro: Edições Tempo Brasileiro/INL, 1980.

GAMA, Mauro. In Árvore do Mundo. 2.a ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1977.

HICKMANN, Blásio e Faraco, Sérgio. Quem é Quem nas Letras Rio-grandenses. Porto Alegre: Divisão de Cultura, 1982. 2.a ed., 1983.

HOHLFELDT, Antônio. “Três constelações metafóricas na poesia de Carlos Nejar”, in Mudanças. Co-edição da Universidade de Caxias do Sul e Escola Superior de Tecnologia São Lourenço de Brindes, 1977. Coleção Chronos.

_____. “Quatre poètes pour une nouvelle poésie”, in Littérature du Brésil. Paris: Pub. Europe, 1982.

_____. Antologia da Poesia Rio-grandense contemporânea. Porto Alegre: L&PM Editores, 1979.

_____. “A dramática epopéia humana”, in Cotidiano da Escrita. Porto Alegre: Edipaz, 1986.
HOUAISS, Antônio. Estudo introdutório de Danações. Rio de Janeiro: José Álvaro Editor, 1969.

_____. “Apresentação”, de Canga. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1971.

_____. “Prefácio” para o Livro de Gazéis. Lisboa: Livraria Moraes Editores, 1983. Rio de Janeiro, Record, 1984.

JOZEF, Bella. O Jogo Mágico. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1980.

JUNQUEIRA, Ivan. À Sombra de Orfeu. Rio de Janeiro: Ed. Nórdica, 1984.

_____. O Encantador de Serpentes (ensaios). Rio de Janeiro: Ed. Alhambra, 1987.

_____. Ensaios Escolhidos, v. 2. São Paulo: A Girafa, 2004.

KÖPKE, Carlos Burlamáqui. Sobre Poesia e Poetas. São Paulo, 1979.

LEAL, César. Dimensões Temporais na Poesia e outros Ensaios. Rio de Janeiro: Imago, 2005.

LINHARES, Temístocles. Diálogos sobre a Poesia Brasileira. São Paulo: Melhoramentos/INL, 1976.

LISBOA, Eugênio. “Vai, passeante, contar em Lacedemônia”, in Os Viventes. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1979.

LORENZ, Günter W. Lateinamerika – Stimmen Eines Kontinents. Nota crítica e bibliográfica. Alemanha: Erdmann, 1974.

LUCAS, Fábio. A Face Visível. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio, 1973.

LUCCHESI, Marco. Posfácio de Riopampa. São Paulo: Ed. Eclésia – Força Editorial, 2000.

LYRA, Pedro. O Real no Poético. Rio de Janeiro: Editora Cátedra/INL, 1980.

MALARD, Letícia. Escritos de Literatura Brasileira. Belo Horizonte: Editora Comunicação, 1981.

MAROBIM, Luiz. A Literatura no Rio Grande do Sul – Aspectos Temáticos e Estéticos. Porto Alegre: Martins Livreiro Editor, 1985.

MARTINS, Ari. Escritores do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Co-edições URGS/IEL, 1978.

MENEZES, Raimundo. Dicionário Literário Brasileiro. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editores S/A, 1978.

MERQUIOR, José Guilherme. O Fantasma Romântico e Outros Ensaios. Petrópolis: Vozes, 1980.

MEYER-CLASON, Curt. Brasilianische Poesis des 20 Jahrhunderts. Estudo crítico da poesia brasileira. Alemanha: Deutscher Taschenbuch Verlag, 1975.

MIRADOR, Enciclopédia Internacional. Rio de Janeiro, Encyclopaedia Britannica do Brasil, 1976. Vol. 4, pp. 1702 a 1725.

OLINTO, Antonio. A Invenção da Verdade. Rio de Janeiro: Ed. Nórdica/INL, 1983.

ORNELLAS, Monoelito. Máscaras e Murais de Minha Terra. Porto Alegre, 1966.

OSÓRIO, Antônio. “Carlos Nejar”, in Ignorância da Morte. Lisboa: Ed. Presença, 1976.

PACHECO, Fernando Assis. “Carlos Nejar chega à vizinhança de Deus”. Rio de Janeiro: José Olympio, 1985.

PICCIOTTO, Madeleine. Yoke (Canga). Introduction. Poetry. Série III, Vol. XXII. New Jersey: T&R Weiss, 1981.

PY, Fernando, Chão da Crítica. Rio de Janeiro: Ed. Francisco Alves/INL, 1984.

PÓLVORA, Hélio. Graciliano, Machado, Drummond e Outros. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1975.

PONTIERO, Giovanni. Carlos Nejar – Poeta e Pensador. Reunião de ensaios de críticos brasileiros e portugueses, com a Introdução crítica “Carlos Nejar e a poesia de meditação”, bibliografia e notas. Porto Alegre: Divisão de Cultura, 1983.

_____. Os Personae-poemas de Carlos Nejar. Porto Alegre: Editora Tchê, 1986.

_____ . Carlos Nejar’s Tree of the World. An International Anthology of Prose & Poetry. USA, 1980.

PORTELLA, Eduardo. “Carlos Nejar – a ressurreição da palavra e a colheita do tempo”, in Genealogia da Palavra. São Paulo: Iluminuras, 1989.

REICHMANN, Ernani. “Sobre Casa dos Arreios”, in Cadernos Passionários I, II, III. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, 1975.

_____. “Nótulas sobre Somos Poucos, O Poço do Calabouço e Árvore do Mundo, de Nejar”, in Cadernos ECR. Curitiba: Imprensa Universitária do Paraná, 1977.

_____. “Nejar e as estações”, in Cadernos ECR III. Curitiba: Imprensa Universitária do Paraná, 1979.

_____. “Uma epopéia de Nejar” (por Sorte Peer) e “A poética de Carlos Nejar”, in Cadernos ECR IV, V e VI. Curitiba: Imprensa Universitária do Paraná, 1981.

_____. “Obra poética ou obras”, in Cadernos PS, I. Curitiba: Imprensa Universitária do Paraná, 1981.

_____. “Nejariana”, in Ser e Sismar VIII/IX-84. Curitiba: Imprensa Universitária do Paraná, 1984.

RIBEIRO, Léo Gilson. “Amoroso, elegíaco, meditativo, social, épico: Carlos Nejar”, in Três Livros. São Paulo: Ed. Círculo do Livro, 1979.

ROSA, Antônio Ramos. “Dois poetas, dois caminhos”, in Dois Poetas Novos do Brasil. Lisboa: Livraria Moraes Editores, 1973.

_____. A Poesia Moderna e a Interrogação do Real (II). Lisboa: Editora Arcádia, 1980.

SANCHES NETO, Miguel. Entre Dois Tempos (viagem à literatura contemporânea do Rio Grande do Sul). São Leopoldo: Editora Unisinos, 1999.

SIEBENMANN, Gustav. Poesía y Poéticas del Siglo XX en la América – Hispana y el Brasil. Madri: Gredos, 1997.

TELES, Gilberto Mendonça. Camões e a Literatura Brasileira. Lisboa: Ed. Imprensa Nacional/Casa da Moeda, 2001.

FONTE:
SITE DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

" SÓ DEPENDE DE NÓS " - CHARLES CHAPLIN


Só depende de nós...

"Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.

Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a
poluição. Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o
desperdício. Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.

Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido. Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho. Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus por ter um teto para morar.

Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades. Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.

O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.

Tudo depende só de mim."

(Charles Chaplin)